sábado, 23 de março de 2013

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sexta-feira, 15 de março de 2013

FARMANGUINHOS VAI PRODUZIR PRAMIPEXOL


Qui, 14 de Março de 2013 08:38 Maritiza Neves Notícias Na próxima sexta-feira, 15 de março, o Presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, e o Presidente da Boehringer Ingelhein do Brasil, Martin Nelzow, oficializam o início da transferência de tecnologia para a produção do medicamento dicloridrato de pramipexol, utilizado no tratamento da doença de Parkinson, para o Instituto de Tecnologia em Fármacos – Farmanguinhos. O evento será realizado às 10h30min, no auditório do Museu da Vida da Fiocruz, em Manguinhos. A produção nacional do Pramipexol é fruto de uma Parceria de Desenvolvimento Produtivo (PDP) entre Farmanguinhos e o laboratório alemão Boehringer-Ingelheim, firmada em novembro de 2011. O Pramipexol faz parte da lista Componente Especializado de Assistência Farmacêutica (CEAF), elaborada pelo Ministério da Saúde, e que inclui medicamentos considerados estratégicos para atender as demandas do Sistema Único de Saúde (SUS). A perspectiva é de que ao final do processo de transferência de tecnologia, que levará cerca de cinco anos, o medicamento seja distribuído gratuitamente pelo SUS, em postos de saúde ou na Farmácia Popular.

sexta-feira, 8 de março de 2013

TRATAMENTO PARA AIDS PARA RECÉM-NASCIDOS


A notícia da cura de um bebê americano infectado pelo vírus HIV a partir da terapia antirretroviral potente logo após o seu nascimento repercutiu em todo o mundo. No Brasil, em entrevista ao jornal O Globo, alguns especialistas disseram se tratar de um marco que pode revolucionar o protocolo de tratamento de recém-nascidos em todo o mundo. De acordo com a reportagem publicada na terça (5/3), uma vez que o feito seja replicado e sua eficácia comprovada, seria uma questão de tempo para adotar o procedimento. Nesse contexto, o Brasil teria condições de oferecer a terapia rapidamente. A diretora do Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas (Ipec/Fiocruz), Valdiléa Veloso, disse que no Brasil já tem recursos disponíveis. “Na hora em que se comprovar que a terapia é realmente segura, vai ser muito fácil implementar isso, pelo menos no Brasil”, frisou. A criança americana foi tratada com uma combinação agressiva de ARVs cerca de 30 horas após o seu nascimento, o que normalmente não é feito. Os medicamentos utilizados são bem conhecidos em todo o mundo, apenas a forma de administração é que foi diferente. Ano passado, o Brasil registrou 482 casos de crianças infectadas pelo vírus HIV. Em todo o mundo, foram 330 mil crianças com o HIV, a maior parte na África. No Brasil, bebês nascidos de mães soropositivas que não tiveram tratamento antirretroviral durante a gravidez, caso da americana, recebem uma combinação de duas drogas Zidovudina (AZT) e Nevirapina ministradas em volumes profiláticos, isto é, preventivamente. No caso do estudo americano, foram usados AZT Nevirapina e 3TC (Lamivudina), em quantidades um pouco mais altas, normalmente indicadas já para o tratamento. Posteriormente, quando a infecção foi confirmada por exames, o bebê passou a receber AZT, 3TC e lopinavir/ritonavir. Produção e disponibilidade - Caso seja necessário, Farmanguinhos já produz esses medicamentos para o Ministério da Saúde, em sua política de acesso universal aos antirretrovirais. O Instituto desenvolveu também um antirretroviral infantil em Dose Fixa Combinada, que reúne três princípios ativos em um único comprimido. Os fármacos deste medicamento inovador - Lamivudina, Zidovudina e Nevirapina - são os mesmos utilizados no tratamento da criança americana. A farmacêutica Marli Melo da Silva, do Departamento de Pesquisas Clínicas da unidade, e que participa da coordenação do estudo do antirretroviral infantil de Farmanguinhos, ressaltou que o caso do bebê americano pode ser uma esperança, mas, assim como Valdiléa Veloso, prefere não se precipitar. “A medicina e a pesquisa clínica são baseadas em evidências. Um único caso é pouco. Os estudos deverão ser confirmados”, disse. Entenda melhor o caso – O HIV circula pela corrente sanguínea, mas também se aloja no interior das células, nos chamados santuários, onde permanece de forma latente. A terapia antirretroviral hoje oferecida impede a replicação no sangue, mas, quando é interrompida, os vírus que se encontram latentes voltam a se replicar. A hipótese levantada pelas especialistas americanas é de que como a droga foi ministrada muito precocemente e de forma agressiva, o medicamento teria acabado com o HIV antes que ele chegasse a se “esconder” nos santuários ou reservatórios. “Eu achei que o bebê tinha um risco acima do normal de ter sido infectado e, por isso, tentei fazer o melhor possível”, justificou a pediatra Hanna Gay, que atendeu a criança. Por acaso – A constatação de que o bebê havia sido curado foi feita por acaso. A criança ficou em tratamento por 18 meses, mas, então, deixou de freqüentar o centro. Só retornou cinco meses depois, quando foi testada e apresentou resultado negativo para o HIV. Atualmente a criança está com mais de dois anos e continua apresentando resultado negativo, embora ainda esteja em observação. “Isso aconteceu por um acaso porque nenhum médico teria suspendido o tratamento dela”, explicou Valdiléa Veloso. “Então temos agora de voltar aos nossos estudos e fazer novos testes para buscar por situações como essas. E observar para ver se esse vírus está escondido em algum lugar e se, por alguma razão, pode voltar a se replicar”, enfatizou. O vice-diretor-geral do Programa de Aids das Nações Unidas (Unaids), o brasileiro Luiz Loures, está otimista em relação aos estudos. “Trata-se de uma esperança bem realista porque é possível reproduzir, mesmo em países pobres. Acreditamos que essa forma de transmissão (de mãe para filho) seja a que estamos mais próximos de zerar, até 2015. Quando as grávidas soropositivas são tratadas com antirretrovirais adequadamente, o bebê nasce por cesárea e não recebe leite materno, as chances de infecção caem para menos de 1%. No entanto, muitas mulheres não sabem que são contaminadas. Por isso, o número de infecções ainda é alto, sobretudo onde o pré-natal é mais precário. “Se conseguirmos repetir a experiência americana de forma controlada, vamos fechar o ciclo de transmissão de mãe para filho”, avaliou Loures. Ele disse que uma das maiores dificuldades hoje é o caso da mãe infectada não diagnosticada, ou que não dá sequência ao tratamento. “Então esse resultado nos dá grande esperança. Não só nesse sentido, mas também na compreensão da cura da doença de forma geral”. Para Loures, o feito das americanas pode ser o primeiro passo para uma geração livre da Aids. “Se conseguirmos replicar o resultado, é o começo de toda uma geração nascida sem o vírus”, assinalou. Qui, 07 de Março de 2013 11:15 Alexandre Matos

Seminários Faperj


A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), ao longo de 2013 promoverá uma série de seminários temáticos abordando diversos assuntos de interesse da sociedade fluminense, em particular, e brasileira de modo geral. O objetivo é discutir com a comunidade e os setores governamentais quais os gargalos que a área acadêmica e as empresas farmacêuticas encontram para o desenvolvimento de novos fármacos para o tratamento de doenças que afetam os brasileiros. Haverá um seminário por mês. O primeiro, em 19 de março, terá como temática os Fármacos. No período de abril a outubro, ocorrerão outros sete, assim distribuídos: Internacionalização – abril; Propriedade Intelectual e Patentes – maio; Ética em Pesquisa – junho; Divulgação Científica – junho; Potencial Tecnológico do Estado do Rio de Janeiro – agosto; Por um Rio Saudável (sustentabilidade, esportes, transportes etc.) – setembro; e Energias Alternativas Renováveis – outubro. A Faperj tem a honra de convidar a todos para o início desse ciclo de debates sobre temas de relevante importância para a sociedade fluminense. Última atualização ( Qui, 07 de Março de 2013 16:56 )

quarta-feira, 6 de março de 2013


...O governo das Ilhas Feroes alega que a morte destas baleias é rápida e indolor, mas as novas imagens mostradas provam o contrário. “Uma das baleias teve 5 ou 6 golpes brutais à faca na cabeça”, relata Hammarstedt. “Os moradores locais simplesmente usaram esta baleia como apoio. A morte dela foi lenta e extremamente dolorosa. Algumas baleias são atacadas repetitivamente por até 4 minutos antes de finalmente morrerem.”. “Bebês foram arrancados de dentro dos corpos cortados de suas mães e deixados para apodrecer no píer”, diz Hammarstedt, que fotografou vários filhotes e fetos mortos. “Baleias piloto são grupos extremamente maternais. Não consigo imaginar o medo e pânico destas mães enquanto seus filhotes eram arrancados de perto delas.” Fonte:

sábado, 2 de março de 2013


Suco de clorofila limpa organismo de toxinas e ajuda a emagrecer


A clorofila é o pigmento verde das plantas, substâncias existentes nas células vegetais e é muito importante para a saúde, pois sua ação é antibacteriana, limpa nosso organismo de todas as impurezas e toxinas. Também conhecida como suco da luz, a bebida ficou popular nos últimos anos por ser difundida entre as artistas que buscam uma boa forma, mas também pelas suas inúmeras propriedades. Entre os benefícios do suco de clorofila estão o de eliminar as toxinas do sangue e aliviar a irritabilidade, deixando a pessoa mais relaxada. O suco de clorofila ajuda a emagrecer já que contém muitas fibras, que demoram mais para serem digeridas pelo organismo, dando a sensação de satisfação por mais tempo. Também ajuda a reduzir a retenção de líquidos no corpo. Os ingredientes do suco de clorofila são: uma maçã, duas colheres de grãos germinados, três folhas de couve (se não gostar de couve pode substituir por espinafre, maxixe, chicória ou almeirão), um legume inteiro (que pode ser cenoura, abobrinha ou beterraba). folhas de hortelã, aipo e mel a gosto. O modo de preparo do suco de clorofila é bastante simples. Primeiro, bata a maçã com a casca, tirando apenas as sementes, no liquidificador. Em seguida acrescente os grãos germinados, as folhas e o legume e então bata novamente. Quando terminar, coloque o aipo e o mel. Depois é só coar, caso sinta necessidade, e beber. O ideal é tomar o suco todas as manhãs em jejum. Agência Estado

sexta-feira, 1 de março de 2013